Com 8 presidentes no "Escudo das Américas, Estados Unidos aguardam a definição do Brasil, no dia 25, para avaliar a real influência da China no hemisfério
Quarta 07/10/26 - 5h57A eleição presidencial no Brasil, que será decidida no segundo turno do dia 25 de outubro, tornou-se central na estratégia dos Estados Unidos para a América do Sul, em contraposição da influência da China.
Se Flávio Bolsonaro for eleito, o Brasil se tornará o nono país da região com um governo alinhado aos Estados Unidos
A Casa Branca já trabalha com oito presidentes sul-americanos que mantêm alinhamento político e diplomático com Washington.
Entre eles estão Javier Milei, na Argentina, José Antonio Kast, no Chile, Rodrigo Paz, na Bolívia, e Santiago Peña, no Paraguai.
O bloco faz parte do que o governo americano chama de Escudo das Américas, uma coalizão de segurança lançada por Trump que reúne países da região para o combate a cartéis e à imigração.
O jornal The New York Times classificou a possível vitória de Flávio como a peça final de uma nova Doutrina Monroe, a política externa que os Estados Unidos adotam para afirmar sua primazia no continente.
Em maio, o senador foi recebido na Casa Branca e pediu que as facções criminosas brasileiras PCC e Comando Vermelho fossem classificadas como organizações terroristas pelos Estados Unidos.
Em setembro, Flávio defendeu a entrada do Brasil no Escudo das Américas.


