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montesclaros.com - Ano 26 - sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
 

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Mensagem: Terras raras Manoel Hygino Ano de eleições no Brasil e Minas Gerais está atenta como sempre, ou mais do que nunca. Este calendário tem de ser útil à nação e à velha província. Até aí, tudo bem. Mas o mundo passa por um período extremamente delicado, beligerante – vamos dizer assim. Quem prestar atenção nos espaços dos veículos de comunicação social observará que há notícia de conflitos em todos os continentes, conflitos que podem chegar até nós. Estamos, pois, talvez perto do perigo. Em evidência estão as terras raras e minerais raros, muito acima de antes. Bastaria lembrar que a Rússia iniciou uma guerra com a Ucrânia, que vai completar quatro anos. Partiu pedaços extensos do território de Zelensky, curiosamente trechos aquinhoados com terras e minerais raros. Nem o Trump com sua arrogância consegue pôr fim ao conflito, que já matou muitos milhares, de outras nacionalidades, inclusive brasileiros. O Brasil entrou no jogo perigoso, porque aqui se encontram reservas preciosas. Mais do que o ouro e pedras valiosas da época da colonização portuguesa. Minas Gerais ocupa posição de destaque no Brasil e busca se consolidar como um dos principais polos globais na cadeia de minerais críticos, considerados essenciais à transição energética. O estado concentra a maior parte das reservas nacionais de terras-raras, grupo de elementos químicos indispensáveis para tecnologia de energia limpa, eletrificação de veículos, telecomunicações e equipamentos de defesa. Vê-se que o tema é agora estudado com especial cuidado porque também as terras raras não têm segunda safra. Há mais um pormenor. No caso do Vale do Jequitinhonha, há preocupação que é a exploração não se reverte em desenvolvimento social e humano da região. Inquieta-se especialmente a operação a céu aberto das mineradoras de lítio e o impacto da atividade sobre modos de vida tradicionais e sobre a integridade dos territórios locais, apontando a disputa entre o desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Entre os problemas apontados estão a disputa por terras, escassez de investimentos públicos, a dependência econômica da mineração e a desigualdade no acesso à água - um dos recursos mais sensíveis do Vale.

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